Autonomia pessoal, destino, julgamentos e instituições no Brasil: notas sobre uma pergunta e algumas respostas
DOI :
https://doi.org/10.5102/rbpp.v10i2.6995Mots-clés :
Direito constitucional, Autoridade pública, Poder, Legitimidade, Participação, Democracia.Résumé
Neste artigo, proponho responder se a Constituição brasileira autoriza a desobediência a decisões democráticas por razões de justiça, ainda que isso signifique seguir decisões erradas. Debato, a partir do desenho poético do Brasil que se encontra na obra de Emily Dickinson, controvérsias sobre autoridade pública, legitimidade do poder e participação. A partir do exame dos julgados proferidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos últimos cinco anos, defendo que a razão para apoiar a decisão reside, precisamente, em reconhecer que, em boa medida, as instituições contribuíram para o aprimoramento da democracia brasileira.Téléchargements
Publié
2020-10-26
Numéro
Rubrique
Seção I: Convidado Especial
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Comment citer
Autonomia pessoal, destino, julgamentos e instituições no Brasil: notas sobre uma pergunta e algumas respostas. (2020). Revista Brasileira de Políticas Públicas, 10(2). https://doi.org/10.5102/rbpp.v10i2.6995