A despersonificação do lar: o não-lugar como objeto de consumo da pós-modernidade - DOI: 10.5102/uc.v10i2.1967
DOI :
https://doi.org/10.5102/uc.v10i2.1967Mots-clés :
Não-lugar, Pós-modernidade, Consumidor do espaço, Hotel.Résumé
O presente artigo busca discutir a representação da moradia na pós-modernidade. Utilizando como ponto principal o conceito de Não-lugar, difundido pelo etnólogo francês Marc Augé, o estudo visa compreender o papel da “casa” para o sujeito pós-moderno. Muitas pessoas vêm optando por morar em condomínios pré-elaborados e apart-hotéis, o que representaria uma despersonificação do próprio lar; a moradia passa a ser estadia. Porém, analisando toda a evolução da arquitetura e urbanismo das grandes cidades, e fazendo-se valer da história da hotelaria e questões de hospitalidade, nota-se que não existe, necessariamente, uma ruptura na forma de pensar sobre o ‘lar’, apenas uma mudança natural sobre seu ponto de vista. Na era do Capitalismo Tardio, o sujeito pós-moderno é consumidor por natureza; um consumidor do espaço.Téléchargements
Publié
2013-11-29
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Artigos