Horizontes de uma ciência poética: o cinismo e a dor do mundo em Fernando Pessoa e Peter Sloterdijk

Autores

  • Guilherme Di Angellis da Silva Alves Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)

DOI:

https://doi.org/10.5102/uc.v12i1.3326

Palavras-chave:

Sloterdijk, Bernardo Soares, Álvaro de Campos, Crítica da Razão Cínica, filosofia e poesia.

Resumo

Este artigo discute as ideias de cinismo e dor de mundo na obra de Fernando Pessoa e Peter Sloterdijk. A partir de uma visão psicanalítica do artista como mediador e como profeta, aproxima filosofia e comunicação poética, adotando os conceitos abertura, aberto e ser-com, de Heidegger. Sendo a poesia capaz de efetuar a abertura necessária à inovação no pensamento, ela permitiria mostrar aos homens uma verdade contida e revelada na palavra, pelo exercício do pensamento. Discute, com isso, o papel desta forma de comunicação como produtora de verdade e ampliadora do real e os horizontes de uma ciência poética.

Biografia do Autor

  • Guilherme Di Angellis da Silva Alves, Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)
    Professor de Jornalismo e de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB). Mestre em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB). Doutorando em Comunicação pela UnB. Atua nas linhas de pesquisa Jornalismo e Sociedade e Imagem, Som e Escrita. Poeta e romancista.

Publicado

2015-07-17

Edição

Seção

Artigos