Regulamentação sobre fintechs: uma comparação do Brasil com o cenário mundial

Autores

  • Rafaela dos Santos Brito
  • Erika Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.5102/pic.n1.2018.6364

Palavras-chave:

Fintech. Regulamentação de fintechs. Estudos comparativos.

Resumo

O avanço da internet e de tecnologias associadas proporcionou uma ruptura nos serviços tradicionais, dentre eles, estão os financeiros. Uma fintech é um modelo de startup que visa inovar e aperfeiçoar o sistema financeiro nacional, por meio de novas tecnologias e o acesso aos mais variados serviços de crédito. Com o crescimento das fintechs os governos de diversos países se depararam com a necessidade de regulamentar este tipo de serviço, que pode causar danos irreparáveis à economia do país através da oferta de crédito e de meios de pagamento. Diante deste cenário, a presente pesquisa tem como objetivo identificar com se encontra a regulamentação sobre fintechs no Brasil quando comparada a países onde este tipo de negócio é mais desenvolvido. Para tanto, foi realizada uma pesquisa com o uso da abordagem qualitativa. Os dados foram coletados com a técnica mineração de dados via web scraping e analisados com o uso da técnica análise semântica de dados. O software R-Studio foi empregado para facilitar o processo de coleta e de análise. Como achados da pesquisa, conclui-se que o fato de o setor ser regulamentado não seria um fator determinante ao sucesso ou fracasso das empresas. Países como Reino Unido e Nova Zelândia seriam parâmetros de grande e mínima regulação e ambos possuem um alto número de empresas sem que isto cause problemas à economia dos países. O destaque está em como as fintechs são integradas na economia, onde a regulamentação com regras claras e acordadas é vista como um fator que pode alavancar a criação e o progresso das empresas

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Publicado

2019-11-28

Edição

Seção

CIÊNCIAS HUMANAS

Como Citar

Regulamentação sobre fintechs: uma comparação do Brasil com o cenário mundial. (2019). Programa de Iniciação Científica - PIC/UniCEUB - Relatórios de Pesquisa, 4(1). https://doi.org/10.5102/pic.n1.2018.6364