A Era das Frustrações: as relações entre as grandes potências europeias e os legados para as relações internacionais (1713-1815) 10.5102/uri.v13i1.3210

Auteurs-es

  • Diego Santos Vieira de Jesus ESPM-RJ

DOI :

https://doi.org/10.5102/uri.v13i1.3210

Mots-clés :

Século XVIII, Revolução Francesa, Guerras Napoleônicas, Relações Internacionais

Résumé

Os objetivos deste artigo são apontar falhas e limitações nas visões predominantes sobre as relações entre as grandes potências europeias entre 1713 e 1815 e questionar os legados dos principais eventos político-sociais ocorridos nesse momento para as relações internacionais. Argumenta-se inicialmente que, de 1713 a 1789, houve grandes potências que operaram de acordo com objetivos relacionados à conquista de hegemonia, não à busca do equilíbrio de poder, e que a falha na conquista da hegemonia não necessariamente nega a existência de impulsos hegemônicos. Desenvolve-se que, no momento posterior a 1789, em vez de uma força nova e independente influenciando o curso dos eventos, o nacionalismo foi apenas marginalmente influente e operou predominantemente como um instrumento de política oficial.

Biographie de l'auteur-e

  • Diego Santos Vieira de Jesus, ESPM-RJ
    Doutor em Relações Internacionais e professor da Graduação em Relações Internacionais da Escola Superior de Propaganda e Marketing do Rio de Janeiro (ESPM-RJ).

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Publié

2015-07-23

Numéro

Rubrique

Artigos