A Primavera do Islã e a Ilusão Pretensiosa da Universalização da modernidade 10.5102/uri.v9i2.1476

Auteurs-es

  • Danilo Porfírio de Castro Vieira

DOI :

https://doi.org/10.5102/uri.v9i2.1476

Mots-clés :

revoltas, Islã, modernidade, tradução, reconhecimento, cidadania, democracia.

Résumé

A abordagem sobre as revoltas muçulmanas no norte da África e no Oriente Médio carece de compromisso por parte dos analistas ocidentais. Os referenciais teóricos utilizados para o estudo desses movimentos são os padrões eurocêntrico-modernos de liberdade e democracia. As consequências dessas análises míopes variam entre conclusões otimistas ingênuas ou pessimistas ideológicas. Cabem estabelecer critérios de reconhecimento e tradução para a identificação de valores político-jurídicos, ligados à participatividade e cidadania, próprios da tradição Islâmica. Palavras Chaves: revoltas, Islã, modernidade, tradução, reconhecimento, cidadania, democracia, resistência.

Publié

2011-11-18

Numéro

Rubrique

Artigos