Novas práticas e representações da família e do amor na era das revoluções

Autores

  • Larissa Brunnon Almeida Centro Universitário de Brasília - UniCEUB

DOI:

https://doi.org/10.5102/univhum.v12i1.3916

Resumo

O objetivo deste artigo busca fazer uma revisão bibliográfica acerca das representações da família, do amor e das relações sociais efetivadas com base na Revolução Industrial e levadas adiante pela Era das Revoluções. Para isso serão analisados autores como Roger Chartier, Mary Del Priore, Friedrich Engels, Eric J. Hobsbawn, entre outros, que, de alguma maneira, abordam essa temática e, com o auxílio de suas ideias, analisar como as relações familiares vão ser reconfiguradas para as novas urgências e demandas do mundo contemporâneo. As novas formas de se relacionar com um mundo industrializado exigiram novos modos, estratégias e práticas de relacionar com o outro. Partindo da esfera social, o artigo busca traçar um diálogo dos fenômenos produzidos e dissolvidos pela Revolução Industrial, bem como compreender seu impacto nas representações de famílias no século XIX, e revelar de que modo esses fenômenos passaram a influenciar na mudança de papéis e de estruturas antigamente outras, passando a construir novos modelos de família, de relacionamentos e da própria concepção do que é o amor.

Biografia do Autor

  • Larissa Brunnon Almeida, Centro Universitário de Brasília - UniCEUB
    Aluna graduante do curso de licenciatura em História.Participante num grupo de pesquisa sobre a teoria da dependência. Dedicada também a estudos da área de história cultural.

Publicado

2016-06-20

Edição

Seção

Artigos