Os movimentos sociais e a ditadura brasileira (1964-1985): considerações sobre a participação da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB

Auteurs-es

  • Sandra Cordeiro Molina Universidade Presbiteriana Mackenzie image/svg+xml

DOI :

https://doi.org/10.5102/univhum.v12i1.3190

Résumé

Este artigo aborda importante capítulo da história política brasileira, qual seja, o início do golpe militar de 1964 até a sua extinção em 1985. Tema de aspecto complexo e multifacetado, o foco neste texto será o estudo da atuação dos movimentos sociais durante esse período, com maior ênfase para a Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, uma categoria profissional que foi bastante participativa, bem como os métodos, as razões e o sentido de seu modus operandi no regime militar brasileiro. O presente estudo tem como premissa a necessidade de analisar a questão sob duas chaves diferentes, mas interligadas: as transformações no sistema institucional dos aparelhos do Estado e a evolução do cenário político mais amplo, considerando neste estudo a agência dos movimentos sociais, inclusive seus mecanismos de resistência ao regime instaurado.

Biographie de l'auteur-e

  • Sandra Cordeiro Molina, Universidade Presbiteriana Mackenzie
    Mestre em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2011). Atualmente é advogada autônoma. Professora das disciplinas Direito Constitucional, Teoria Geral do Estado e Ciência Política, Direito Tributário e Direito Administrativo no curso de Direito da Universidade Anhanguera de São Paulo - UNIAN/SP. Possui graduação e licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2004 e 2006) e graduação em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1998). Especialista em Direito Tributário pelo IBET (Instituto Brasileiro de Estudos Tributários), em 2000.

Publié

2016-06-20

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Artigos