O papel de uma gestão escolar comprometida com a educação democrática
consiste em abrir-se para a comunidade, visando um espaço empenhado
na formação integral do educando. Para tanto, a utilização do
cinema como partícipe de uma educação emancipadora constitui uma
das possibilidades para inclusão da comunidade neste ambiente. Nesse
sentido, por meio deste artigo buscou-se refletir sobre as possibilidades
que o cinema pode apresentar enquanto instrumento educacional partícipe
de uma formação voltada para a cidadania e o protagonismo do
estudante. Juntamente com essas reflexões, um panorama sobre a atividade
cineclubista como caminho para uma maior articulação entre escola e
comunidade.