Governo da natureza (parte II): a construção de uma Amazônia geopolítica

Rodrigo Augusto Lima de Medeiros

Resumo


O objetivo analítico deste artigo é elucidar significados civilizatórios
das propostas geopolíticas que se edificam em práticas narrativas
para um governo da natureza e das pessoas, ou seja, em um sentido mais
literal, proposições para um governo do território amazônico. Para sistematizar
as narrativas que dão sentido às práticas territoriais e suas reverberações
nas proposições geopolíticas, este artigo propõe analisar as
doutrinas de três generais e de um político, que ajudaram a compor um
modus operandi para a Amazônia, a saber: Mário Travassos; Golbery do
Couto e Silva; Meira Mattos; e Arthur Cezar Ferreira Reis. É nesse contexto
doutrinário que se aplica a doutrina da segurança nacional à Amazônia
dentro de uma geopolítica militar brasileira. Para ter um quadro mais
amplo de práticas territoriais institucionalizadas por narrativas político-
-militares, este artigo propõe analisar a denominada escola geopolítica
brasileira e suas reverberações para a geopolítica amazônica.

Palavras-chave


Geopolítica. Amazônia. Projeto civilizatório. Travassos. Golbery. Meira Mattos. Ferreira Reis

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DOI: http://dx.doi.org/10.5102/unijus.v27i1.3842

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ISSN 1519-9045 (impresso) - ISSN 1982-8268 (on-line) - e-mail: carolina.abreu@uniceub.br

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