Governo da natureza (parte II): a construção de uma Amazônia geopolítica

Autores/as

  • Rodrigo Augusto Lima de Medeiros Centro Universitário de Brasília - UniCEUB.

DOI:

https://doi.org/10.5102/unijus.v27i1.3842

Palabras clave:

Geopolítica. Amazônia. Projeto civilizatório. Travassos. Golbery. Meira Mattos. Ferreira Reis

Resumen

O objetivo analítico deste artigo é elucidar significados civilizatórios das propostas geopolíticas que se edificam em práticas narrativas para um governo da natureza e das pessoas, ou seja, em um sentido mais literal, proposições para um governo do território amazônico. Para sistematizar as narrativas que dão sentido às práticas territoriais e suas reverberações nas proposições geopolíticas, este artigo propõe analisar as doutrinas de três generais e de um político, que ajudaram a compor um modus operandi para a Amazônia, a saber: Mário Travassos; Golbery do Couto e Silva; Meira Mattos; e Arthur Cezar Ferreira Reis. É nesse contexto doutrinário que se aplica a doutrina da segurança nacional à Amazônia dentro de uma geopolítica militar brasileira. Para ter um quadro mais amplo de práticas territoriais institucionalizadas por narrativas político- -militares, este artigo propõe analisar a denominada escola geopolítica brasileira e suas reverberações para a geopolítica amazônica.

Publicado

2016-06-29

Número

Sección

Artigo