Uma análise biopolítica do parto e da violência obstétrica no Brasil

Auteurs-es

  • Maiquel Angelo Dezordi Wermuth Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - Unijuí; Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos.
  • Paulo Ricardo Favarin Gomes Universidade Feevale image/svg+xml
  • Joice Graciele Nielsson Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - Unijuí; Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos.

DOI :

https://doi.org/10.5102/unijus.v27i2.4273

Mots-clés :

Parto, Medicalização, Violência obstétrica, Biopolítica.

Résumé

A violência contra as mulheres no parto é um tema recorrente na sociedade brasileira. Explícita ou velada, a violência obstétrica contra parturientes é apresentada, no presente estudo, como consequência do processo de excessiva medicalização do parto, que submete a gestante a um processo de absoluta invisibilização em decorrência do saber-poder médico que lhe é imposto, nos moldes da filosofia foucaultiana. Nesse sentido, busca-se compreender, a partir do método fenomenológico, em que medida a mulher vítima dessa violência pode ser considerada uma “vida nua”, nos termos da categoria desenvolvida na obra do filósofo italiano Giorgio Agamben.

Biographies de l'auteur-e

  • Maiquel Angelo Dezordi Wermuth, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - Unijuí; Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos.
    Doutor em Direito (UNISINOS); Professor do Mestrado em Direitos Humanos da UNIJUÍ e dos Cursos de Graduação em Direito da UNIJUÍ e UNISINOS.
  • Paulo Ricardo Favarin Gomes, Universidade Feevale
    Bacharel em Enfermagem pela Universidade FEEVALE
  • Joice Graciele Nielsson, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul - Unijuí; Universidade do Vale do Rio dos Sinos - Unisinos.
    Doutoranda em Direito Público pela UNISINOS; Professora do Curso de Graduação em Direito da UNIJUÍ.

Publié

2016-12-15

Numéro

Rubrique

Artigo