Lei da Boa Razão e comparatismo jurídico na doutrina civilista brasileira de 1850 a 1880
DOI:
https://doi.org/10.5102/rdi.v17i1.6458Palabras clave:
Lei da Boa Razão, Direito Comparado, Direito Civil, Doutrina Civilista, Uso do Direito RomanoResumen
Estudos indicam o ano de 1900 como marco inicial do direito comparado enquanto ciência autônoma. O presente artigo propõe que a comparação jurídica, como atividade intelectual, já existia nos escritos dos juristas do final do século XIX, e toma aqui o exemplo da doutrina civilista. Propõe, ainda, que o comparatismo está enraizado na doutrina brasileira, esta constituída após a Lei da Boa Razão de 1769 que havia reformado o ensino jurídico no reino português. O recurso ao direito estrangeiro faz, portanto, parte da formação jurídica dos primeiros juristas brasileiros nas Faculdades de Olinda (a partir de 1854 em Recife) e São Paulo. Apoiada no conceito de “boa razão”, a doutrina perfilha a ideia de que fontes do direito externo são mais adiantadas e modernas, e podem ser aplicadas para preencher lacunas do direito nacional.Descargas
Publicado
2020-07-03
Número
Sección
Direito comparado no Brasil
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Cómo citar
Lei da Boa Razão e comparatismo jurídico na doutrina civilista brasileira de 1850 a 1880. (2020). Revista de Direito Internacional, 17(1). https://doi.org/10.5102/rdi.v17i1.6458