“La “Living Constitution” en el siglo XXI: Una Constitución para el mundo digital
DOI:
https://doi.org/10.5102/rdi.v21i3.9832Palavras-chave:
Living Constitution- Derechos digitales- Cuestión Constitucional- Procesos ConstituyentesResumo
El presente artículo analiza el concepto de “Living Constitution”, utilizado por primera vez por el juez Oliver Wender Holmes en 1899 a la luz del concepto de “Cuestión constitucional” y la necesidad de contar con una regulación de los derechos digitales que debería incluir un nuevo texto constitucional. El objetivo del artículo es evaluar el contenido mínimo de una Constitución que sea aplicable a los retos de un mundo altamente digitalizado, a la luz de la tesis de la “Constitución viviente”. La metodología utilizada será el método dogmático, ya que se trabajará desde las construcciones normativas y propuestas en la materia para realizar una formulación de carácter integral en la materia. Para estos efectos se analizará la teoría de la cuestión constitucional, la “living constitution” y conceptos afines, como también los aspectos digitales que abordaron los proyectos de nueva Constitución (2022 y 2023), como también otras iniciativas a nivel legislativo relacionados, con el fin de plantear que un texto que se adecúe a las demandas actuales debe responder a los desafíos de vivir en el mundo digital, existiendo instrumentos suficientes para elaborar un catálogo de derechos de esta naturaleza.Downloads
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